Prêmio Professores do Brasil
Ministro faz elogio a vencedores e destaca políticas de qualificação
Quinta-feira, 03 de dezembro de 2009 - 13:22
Ao encontrar os 35 vencedores do Prêmio Professores do Brasil
de 2009, nesta quinta-feira, 3, o ministro da Educação,
Fernando Haddad, destacou que, além do contato direto com quem
transforma a escola pública, este é um momento de reconhecimento.
“Reconhecimento de quem trabalha com afinco, de quem se dedica
às crianças e aos jovens”, disse.
Na quarta edição do Prêmio Professores do Brasil,
concorreram 1.027 projetos, inscritos nos segmentos educação
infantil (sete premiados), anos iniciais do ensino fundamental (oito),
anos finais do ensino fundamental (dez) e ensino médio (dez).
Cada professor selecionado recebeu R$ 5 mil em dinheiro, certificado
e troféu. A escola na qual a experiência foi desenvolvida
ganhou R$ 2 mil em equipamentos audiovisuais ou multimídia.
A formação dos professores foi um dos temas abordados
por Fernando Haddad. A plataforma Freire, lançada em junho
deste ano, segundo o ministro, é um passo para garantir ao
professor a formação inicial e continuada, gratuita
e de qualidade. “É o dever de casa que está sendo
feito (pelo governo) ao aproximar as universidades do magistério,
da escola pública e garantir que todo professor tenha acesso
periódico à universidade.”
É compromisso do governo federal, segundo o ministro, garantir
que o fluxo de acesso dos professores à educação
superior seja contínuo e que as universidades estejam sempre
de portas abertas para o magistério. Haddad também disse
ter expectativa de que o Senado Federal aprove, na próxima
semana, a lei que modifica o Fundo de Financiamento ao Estudante do
Ensino Superior (Fies).
A mudança vai permitir a professores que hoje estão
no exercício da carreira o financiamento integral da graduação.
O benefício se estenderá a estudantes de licenciatura
que vierem a se dedicar ao magistério. “Basta ao jovem
querer ser professor. Se ele ingressar em curso de universidade comunitária
ou particular, o Estado financiará o curso. Se ele atuar em
escola pública, não pagará o financiamento”,
disse.
O mesmo incentivo será oferecido ao aluno de curso de medicina
que estudar com financiamento e, depois de formado, trabalhar no Sistema
Único de Saúde (SUS). “Quando o país chega
ao ponto de dizer: ‘Olha, professor e médico são
assuntos de Estado, são carreiras de Estado’, significa
que o Estado vai cuidar disso, com formação, com piso
nacional. Que está imaginando um futuro diferente”, assegurou
o ministro.
O Prêmio Professores do Brasil é uma iniciativa do Ministério
da Educação desenvolvida em parceria com diversas instituições
e entidades. Entre os premiados, aparecem com mais projetos professores
do Paraná (cinco), Bahia e Goiás (três, cada um).
Nesta quinta-feira, 3, e na sexta, 4, os professores participam de
seminário, em Brasília, para apresentar e discutir as
experiências desenvolvidasos 35 vencedores do Prêmio Professores
do Brasil de 2009, nesta quinta-feira, 3, o ministro da Educação,
Fernando Haddad, destacou que, além do contato direto com quem
transforma a escola pública, este é um momento de reconhecimento.
“Reconhecimento de quem trabalha com afinco, de quem se dedica
às crianças e aos jovens”, disse.
Na quarta edição do Prêmio Professores do Brasil,
concorreram 1.027 projetos, inscritos nos segmentos educação
infantil (sete premiados), anos iniciais do ensino fundamental (oito),
anos finais do ensino fundamental (dez) e ensino médio (dez).
Cada professor selecionado recebeu R$ 5 mil em dinheiro, certificado
e troféu. A escola na qual a experiência foi desenvolvida
ganhou R$ 2 mil em equipamentos audiovisuais ou multimídia.
A formação dos professores foi um dos temas abordados
por Fernando Haddad. A plataforma Freire, lançada em junho
deste ano, segundo o ministro, é um passo para garantir ao
professor a formação inicial e continuada, gratuita
e de qualidade. “É o dever de casa que está sendo
feito (pelo governo) ao aproximar as universidades do magistério,
da escola pública e garantir que todo professor tenha acesso
periódico à universidade.”
É compromisso do governo federal, segundo o ministro, garantir
que o fluxo de acesso dos professores à educação
superior seja contínuo e que as universidades estejam sempre
de portas abertas para o magistério. Haddad também disse
ter expectativa de que o Senado Federal aprove, na próxima
semana, a lei que modifica o Fundo de Financiamento ao Estudante do
Ensino Superior (Fies).
A mudança vai permitir a professores que hoje estão
no exercício da carreira o financiamento integral da graduação.
O benefício se estenderá a estudantes de licenciatura
que vierem a se dedicar ao magistério. “Basta ao jovem
querer ser professor. Se ele ingressar em curso de universidade comunitária
ou particular, o Estado financiará o curso. Se ele atuar em
escola pública, não pagará o financiamento”,
disse.
O mesmo incentivo será oferecido ao aluno de curso de medicina
que estudar com financiamento e, depois de formado, trabalhar no Sistema
Único de Saúde (SUS). “Quando o país chega
ao ponto de dizer: ‘Olha, professor e médico são
assuntos de Estado, são carreiras de Estado’, significa
que o Estado vai cuidar disso, com formação, com piso
nacional. Que está imaginando um futuro diferente”, assegurou
o ministro.
O Prêmio Professores do Brasil é uma iniciativa do Ministério
da Educação desenvolvida em parceria com diversas instituições
e entidades. Entre os premiados, aparecem com mais projetos professores
do Paraná (cinco), Bahia e Goiás (três, cada um).
Nesta quinta-feira, 3, e na sexta, 4, os professores participam de
seminário, em Brasília, para apresentar e discutir as
experiências desenvolvidas