MENU PRINCIPAL

OUTROS SITES

Busca CEP
Listel
Loterias
Receita Federal




 

NOTÍCIAS
10/3 - Movimento “Fora Adauto” ganha às ruas de Macapá
10/3 - Pescadores do AP conseguem mais prazo para acessar seguro defeso
10/3 - Mulheres recebem prêmio Bertha Lutz no Congresso Nacional
9/3 - Quem mais atrasa o STF
9/3 - OAB cancela as provas da segunda etapa do exame da Ordem
9/3 - Confraria Tucuju dá Vivas a São José!
9/3 - O Correio Santanense está nas bancas
8/3 - Janete Capiberibe - PARABÉNS, MULHER!
8/3 - Yan Fernando Maciel de França - Faz de conta II
8/3 - PF destroi pistas de pouso clandestinas no Amapá
5/3 - Lindoval Souza - Oi, Rio antigo
5/3 - Dom Pedro José Conti - A mulher apressada
5/3 - Emanuel Costa - As pulseiras do sexo
5/3 - Nota da Secretaria Estadual de Educação
5/3 - MP Comunitário conhece anseios da comunidade e apresenta ações
5/3 - Pescadores do Bailique reivindicam pagamento do seguro-defeso
5/3 - Projeto “Anjos da Guarda” será lançado nesta segunda-feira, 08
5/3 - Festival Açaí com Pólvora, em Macapá
4/3 - Manaus recebe o Fest CineAmazônia 2010
4/3 - Moradores do Bailique denunciam caos na educação
4/3 - Papaléo saúda os vinte anos da Unifap
4/3 - Amapá tem duas finalistas na etapa nacional do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios
3/3 - Juiz Paulo Madeira afasta emvolvidos no caso dos 200 milhões
3/3 - Deputado elogia decisão da justiça em afastar secretário de educação
3/3 - Câmara aprova PEC sobre piso de policiais e bombeiros
3/3 - Deputada sintetiza em 'abandono' a situação do Bailique
3/3 - Reunião do Forum Estadual de Turismo acontece nesta quinta
2/3 - Alcides Oliveira - Assembléia Legislativa, porque a ausência de quorum?
2/3 - Augusto Nunes -O implacável Celso Arnaldo rasga a fantasia do folião maranhense
2/3 - Alex Gomes -Letargia Mental
2/3 - Eduardo Militão - O golpe da creche
2/3 - Deputados fogem do plenário mais uma vez
2/3 - Professores acusam a SEAD de irregularidades na seleção de contratos administrativos
2/3 - IIº Encontro das Mulheres Tucanas no Amapá
2/3 - Titularizada a Promotora de Justiça que atuará na Defesa da Mulher
2/3 - A boa conduta de Eurides
2/3 - Programação pela passagem do Dia Internacional da Mulher
2/3 - Projetos sociais revelam talentos para o judô
2/3 - Senac manda quatro para a Olimpíada do Conhecimento

A situação política do Adauto tá insustentável. Acho que ele mesmo deve pedir pra sair. Em geral os governantes seguram situações desse tipo
(Deputado Bala Rocha, no Twytter)

10-3-2010
O debate sobre o Hospital do Câncer
A audiência pública marcada para esta quinta-feira na Assembléia Legislativa, iniciativa do deputado Camilo Capiberibe, abre espaço para um bom debate sobre a destinação do hospital que foi projetado para atender pacientes portadores de câncer, e hoje pode ser transformado em um Hospital Regional, correndo o risco de se transformar em mais uma unidade precariamente assistida pelo poder público, como acontece com as outras que fazem parte da rede estadual do Amapá.
Ontem, um médico me chamava a atenção para a importância dessa audiência:
- “O Amapá precisa muito desse hospital voltado para o atendimento de pessoas com câncer. O governo sabe da necessidade de construir uma unidade hospitalar na zona norte de Macapá, e tem como fazer isso, se quiser, mas esse hospital deve ser mantido para o tratamento do câncer. Um hospital desse tipo exige um nível de especialização tão desenvolvido, e dedicação quase absoluta, que inibe inclusive a irresponsabilidade com que alguns tratam a saúde pública”, disse.
O chamado Hospital do Câncer é uma obra do governo federal, administrada pela Prefeitura de Macapá, construído na zona norte da cidade de Macapá, está com 80% pronto, e tem praticamente todos os pareceres do MS favoráveis à conclusão.
Educação: Ação criminal ainda está no MPE
Se o procurador-geral do Ministério Público, Iacy Pelaes demorar muito a encaminhar para a Justiça a ação criminal proposta contra o secretário de Educação do Amapá, Adauto Bittencourt, e já passaram os quinze dias que tecnicamente teria para mandar, corre o risco de alguém fazer isso por ele: um partido político, por exemplo.
Conversa de rua
Ouvi isso hoje à tarde, na rua:
-”Nenhum caso envolvendo o poder neste Estado vai em frente, porque a Justiça faz parte disso tudo que está acontecendo aqui. A esperança é levar tudo para a esfera federal, como a OAB em fazendo em outras partes do Brasil. Só que, no caso do Amapá, o presidente da OAB já sentou para conversar com o governador, e sabe-se muito bem o que aconteceu das outras vezes”, disse.
Retruquei lembrando que a OAB/AP subscreveu a ação do MPE contra o secretário estadual de Educação, e que o presidente regional da OAB pode sentar e conversar com quem quiser, desde que não coloque a Ordem à serviço de seu interlocutor. Quanto a levar as questões para a esfera federal seria uma garantia, mas não sei se pode.

9-3-2010
Pacto do atraso
No debate ora instalado no vizinho Pará, sobre a divisão daquele Estado para criação de mais dois congêneres nominados de Carajás e Tapajós, me chamou atenção a notícia de primeira página estampado em jornal da capital, onde um analista argumentava que fracionar o território paraense significava transformá-lo em três Amapá, estado pobre no qual a população fica à mercê das elites locais. A visão forasteira da realidade amapaense não é desprovida de sentido crítico, não cabendo contestá-la por puro ufanismo, pois.
Não é novidade que sempre fomos conduzidos por representantes alheios à vontade popular local, desde o desmembramento ocorrido em 1943, quando foi criado o Território Federal do Amapá a partir de terras paraenses. Os governantes que aqui passaram, ungidos pelo governo central, afora notáveis exceções, apenas cumpriram missão oficial, desatrelados da responsabilidade de conduzir o Amapá por amor a terra e compromisso com a sociedade nativa.
Com a constituição de 1988, criado o Estado do Amapá, as condições do exercício da autodeterminação se estabeleceram. Finalmente o povo amapaense escolheria seu próprio destino, conduzido por lideranças arraigadas ao sentimento de promover o bem-estar geral. Concorreriam na contramão, como de praxe na história brasileira, as elites atrasadas locais, filhas do longo período de colonização e refratárias a qualquer tentativa de mudança.
Passados 19 anos desde a posse do primeiro governador eleito do Amapá, em 15 de março de 91, está tudo como dantes no quartel de Abrantes. Ressalva se faça ao ex-governador Capiberibe, o único que desenvolveu o plano de governo apresentado em palanque. Estruturado nas premissas
sustentabilidade, descentralização e transparência, como base para quaisquer ações de governo, tal concepção de governar atingiu em cheio as castas privilegiadas. Para a ridicularização e o boicote ao projeto foi um passo. O império do atraso contra-atacava.
No atual governo, nunca foi tão forte o atrelamento com as forças corrompidas, em total dessintonia com as aspirações coletivas. Em substituição ao criador do finado PDSA, Waldez elegeu-se em 2002 apresentando uma cartilha com 12 propostas sintonizadas com os sonhos de todo amapaense de então: primeiro emprego, casas populares, creches em cada bairro e outras não menos preferidas. Quase todas foram sequer perseguidas. A necessária visão de futuro existe apenas no slogan do seu segundo mandato. Mas os amigos do poder estão satisfeitos.
Convivendo com escândalos só superados em tamanho pelo esforço da mídia paga para abafá-los, o governador preferiu acolher, num pacto de harmonia, integrantes, dos mais ilustres, dessas elites, ressalvados os que não se renderam ao pacto funesto, verdadeiros heróis da resistência : de A a Z dos veículos de comunicação, de membros de poderes a falsas lideranças populares, de grandes empresários a pseudo representantes das classes trabalhadoras, de mandatários do senado federal a vereadores do menor município. Para esses, a palavra chave é “favor”, disfarçada em participação no governo, de uma ou de outra forma, e o preço a ser pago é o silêncio absoluto para com o sofrimento do povo.
Como manter amigos poderosos, e sequiosos, custa caro, falta dinheiro para as carências mais elementares da população. Setores como os de energia, água, esgoto, saúde, educação, habitação, recuaram drasticamente no período, motivado pelo loteamento político da administração e pela falta de cobrança do governador pelos resultados. Oiapoque e Laranjal sofrem com a crônica falta de energia, não tem água em hospitais da capital, merenda virou artigo de luxo nas escolas e recém nascidos morrem no atacado. Em nome da parceria política, tudo é tolerado, até a corrupção desenfreada.
Exemplo mais patético da “forma Waldeziana de ver o Amapá” é o recente escândalo na educação pública, setor contemplado com vinte e cinco por cento de todo o orçamento do executivo. O MPE acusa formalmente vários colaboradores do governo de estarem envolvidos em falcatruas que atingem a casa dos 200 milhões de Reais; nesse rol está o nome do gestor da SEED, parceiro do governador e, pelo próprio, escolhido e nomeado. A justiça de primeira instância sentenciou o seu afastamento. Qualquer governante sério, ao menos na aparência, deveria acolher a hipótese de estarem ocorrendo as ilicitudes apontadas, e afastar os envolvidos para preservar a imagem do governo e garantir as figuras da segurança e da precaução administrativa.
A administração pública está acima das pessoas, e o interesse coletivo acima dos individuais. Mas, para o governador a amizade ou, pior, o medo que toda a sujeira venha à tona, parece estar acima de tudo, até da dignidade do cargo. O governo já recorreu da sentença. O governador é um parceirão! As forças corrompidas do atraso, penhoradas, agradecem.
Ruy Smith, deputado estadual.
(Comentário)
Fazia tempo que não lia um texto tão consistente sobre uma questão muito pouco levada a sério: a cidadania. O artigo do deputado Ruy Smith deveria ser impresso e distribuído, aos milhares nas escolas, para ajudar na formação das novas gerações, que precisam ser bem melhores que a que está aí.
Os (des)caminhos da Polícia Militar
Uma Polícia que pára um carro às quatro e meia da madrugada, com apenas um ocupante dentro, e precisa mandar a pessoa saltar, baixar as calças e abrir as pernas para verificar se ela está falando a verdade, precisa rever seus conceitos e treinar - ou seria educar? - melhor seu pessoal. Um telefone resolveria o problema, sem humilhação. E se alguém chamar a Rádio-Patrulha às três da manhã, ou em qualquer hora, provavelmente vai ouvir a resposta padrão: “não podemos atender porque nossas viaturas estão atendendo outras ocorrências”. Conversa fiada. A ordem é dar essa desculpa para escamotear a verdade: a falta de gasolina para movimentar os veículos. E se acontecer de um carro quebrar, principalmente dos que atendem o bairro Perpétuo Socorro, é possível ser feito um estranho negocio: um dos membros da equipe compra a peça, faz a troca e ganha dias de licença, dependendo do valor da peça trocada.
O Brega”, por Lia Sophia
Roupagem maravilhosa foi a que a cantora Lia Sophia deu para algumas das mais conhecidas músicas do cancioneiro popular paraense, do estilo conhecido como “Brega”. O CD sequer chegou às lojas de Macapá e já está dando o que falar. Divulgado em trechos, principalmente pelo programa radiofônico “Café com Notícias” (Rádio Equatorial 94,5 FM), as releituras de Lia Sophia vêm agradando muita gente (inclusive a mim, que só ouvi 3 músicas), os quais, ansiosos, buscam por mais informações sobre a obra. Mas, infelizmente, algumas críticas não são nada agradáveis e sim pejorativas. Alguns “cabeçudos” que têm ouvidos mais não escutam, entendem que a cantora agora se tornou “brega”, com “b” minúsculo. Para esses, vamos lembrar alguns fatos quanto ao estilo “Brega”.
O estilo musical “Brega”, que apresenta sólida base no Estado do Pará, nada tem a ver com “mau gosto” que emite o significado da palavra constante nos dicionários, cujos autores pouco levam em consideração os sentidos atribuídos a determinadas palavras nas culturas das demais regiões senão Sul e Sudeste, diga-se mais precisamente Rio e São Paulo. No entanto, podemos dizer que o “Brega” se traduz no exagero utilizado na expressão musical (letras fortes, sempre falando de amor e do cotidiano) e na forma de se vestir, pois em pleno auge na década de 1980, os cantores paraenses, “BREGUEIROS” como são conhecidos até hoje, tinham a necessidade de agradar o seu público e se diferenciavam utilizando indumentárias ricas em cores e brilho.
Num período em que a música americana tinha lugar de destaque nas rádios paraenses, o “Brega” conseguiu fazer despontar na mídia local vários de seus personagens, entre os quais os cantores Mauro Cota, Tedy Max, Mirian Cunha, Francys Dalva, Fernando Belém, Juca Medalha, Cícero Rossi, que se apresentavam em programas famosos na capital paraense qual era o TV Cidade e em shows itinerantes como o “A Noite do Brega” (que visitava os interiores do Pará), ambos capitaneados pelo saudoso jornalista e apresentador Kizan Lourenço. Tendo surtido efeito ainda, levando à mídia nacional cantores como Olímpio Martins (com seus dois chocalhos fez sucesso com a música “Quero você, todinha pra mim”) e Beto Barbosa (de imitador de Sérgio Malandro conquistou com a lambada “Preta” uma das trilhas da novela “Rainha da Sucata”, na Rede Globo). Daí em diante, a Região Norte passou a ser um pouco melhor destacada artisticamente na mídia nacional.
Portanto, ao tentar esclarecer um pouco sobre o que entendo como verdadeiro significado do estilo “Brega”, peço que prestem bem atenção à nova roupagem atribuída a cada uma das músicas e para a maravilhosa interpretação de Lia Sophia, deixando de lado preconceitos. Viva a música!
Rick Lobato
(96)9966-1690
ricklobato71@hotmail.com
MP-AP empossa servidores aprovados
Data e horário: 10 de março (quarta-feira), às 8h.
Local: Auditório da Procuradoria-Geral de Justiça (Av. Fab, nº 64. Centro).
O Procurador-Geral de Justiça, Iaci Pelaes dos Reis, promove a solenidade de posse dos candidatos aprovados no II Concurso Público para ingresso no Quadro de Pessoal Efetivo do Ministério Público do Estado do Amapá. Foram 20 vagas ofertadas para o cargo de Técnico Ministerial – área administrativa, distribuídas entre dez municípios do interior do Estado. Nesse evento, serão empossados apenas 13 aprovados, os demais serão chamados até o período de validade do Concurso que é de dois anos, prorrogáveis por mais dois anos. O Servidor terá como atribuições gerais realizar atividades relacionadas ao planejamento, organização e execução de tarefas que envolvam a função de suporte técnico e administrativo. Além disso, irá atuar nas áreas de controle processual, documentação, realização de diligências internas e externas, entre outras funções.
Empossados
Joel Lobato de Oliveira - Promotoria de Amapá
Evelyn Louise de Morais Medeiros Dantas Monteiro - Promotoria de Calçoene
Michel Melem Assunção - Promotoria de Ferreira Gomes
Laurinaldo da Silva Lopes e Ubiraci Maciel Ribeiro (Candidato Portador de Deficiência) - Promotoria de Laranjal do Jari
Elias Silva de Oliveira - Promotoria de Mazagão
Monique Nathyane Ribeiro Coelho, Luiz Augusto de Souza Rocha e Adalberto Nascimento Costa (Candidato Portador de Deficiência). Promotoria de Oiapoque
Pedro Paulo de Melo Reis Neto - Promotoria de Porto Grande
Zildo da Silva de Luna Junior - Promotoria de Serra do Navio
Antônio Fausto Viana Junior - Promotoria de Tartarugalzinho
Francisco Freitas Fernandes - Promotoria de Vitória de Jari
NOTINHAS
Há mais ou menos duas semanas, uma professora procurou o Procon e fez uma queixa. A audiência foi marcada para a segunda-feira, 8. Ontem a professora foi ao Procon e estava tudo fechado, na porta um aviso: ‘as audiências marcadas para hoje só na sexta-feira. Ué, mas não foram eles que marcaram para ontem? Fizeram festa, mais uma, para comemorar as obras do Aeroporto de Macapá. Podiam ter feito um culto ecumênico, pedindo a Deus para que o dinheiro não tenha a mesma destinação dada ao de antes. As figurinhas festeiras eram quase as mesmas. “O governador Waldez Góes, com sua grande indecisão está colocando o Amapá numa encruzilhada de difícil solução. A dúvida é a mãe do caos”. Deputado Antonio Feijão no Twitter. O juiz Paulo Madeira determinou a abertura dos demais envelopes e a conseqüente somatória dos quesitos restantes do concurso do carnaval, para fins de publicação oficial do resultado, levando em conta todos os quesitos previstos no regulamento do carnaval. “Por questão de segurança, determino que a continuação da apuração seja feita no Quartel da Polícia Militar do Estado, no dia 12 de Março do corrente ano, às 12:00h, sob a presidência deste Juízo, ficando o processo de abertura e publicação a cargo dos dirigentes da LIESA”, determinou o magistrado.

Contribuições para este site:
Banco do Brasil -Macapá / Conta: 68.112-1 / Agência 0261-5
O Correio

Está nas ruas o Correio Santanense, abrindo o leque de opções para o leitor, com a proposta de se tornar mais um, entre os poucos que oferecem noticias de qualidade, e não escondem informações. Que seja bem vindo.
Chegando longe

Chico Terra, fotógrafo e editor so site www.amapabusca. com.br criou uma rádio na web para tocar música feita na Amazônia. A Amazônia Brasil Rádio Web é mais um instrumento de divulgação da cultura regional e de contribuição para a preservação da Amazônia. Nossas canções levam mensagens que econam nos corações do mundo inteiro. É só clicar.
Pés diabéticos

Preocupado com o crescimento dos casos de pés diabéticos no Amapá, o cirurgião vascular Mário Nazareno elaborou um projeto para promover atenção básica aos diabéticos. Com equipes em todo o estado, realizando visitas de casa em casa, seria possível evitar o grande número de amputações resultantes do agravamento no quadro da doença.
Um nome de mulher

A diretora geral do Super Fácil, Luzia Grunho, defendeu uma candidatura feminina para o governo do estado, pelo PDT, no programa Café com Notícia. Lançou Marília Góes, Anésia Nunes, Vitória Chagas e seu próprio nome como possibilidades. Sobre a saída de Waldez Góes em abril, ela afirma que ainda é uma incógnita até para os mais próximos. "A agenda do governador está feita até dezembro", garante Luzia.
 


 

 
 
(96)3223-4927 / 9972-4570